segunda-feira, 29 de julho de 2013

Yamaha equipa a super esportiva R1 2012 com controle de tração

Super bike japonesa teve também a carenagem sutilmente redesenhada e ganhou uma nova central eletrônica. Mas os freios não contam com sistema ABS.


Apostando no sucesso alcançado pela mais recente geração da sua superbike, a Yamaha preferiu apostar em mudanças discretas, porém importantes, no modelo 2012 da YZF R1. A mais significativa foi a adoção de um sistema de controle de tração (TCS da nomenclatura em inglês), seguindo a tendência atual nas superesportivas. A marca dos diapasões anunciou também que a central eletrônica (ECU) foi calibrada para melhorar – ainda mais – o desempenho nas saídas de curvas e para proporcionar mais torque em baixas e médias rotações. A entrada de ar da carenagem foi redesenhada para diminuir o arrasto aerodinâmico e, segundo a marca, renovar um pouco modelo.

Equipada com um motor de quatro cilindros em linha de 998 cm³, a R1 conta com um diferenciado virabrequim “crossplane”, que permite a ignição de cada cilindro independentemente. A grande vantagem é que essa solução mecânica permite um controle muito maior por parte do piloto sobre o torque “despejado” na roda traseira. Logo em sua estreia no Campeonato Mundial de Superbike, essa geração da R1 foi campeã mundial com o americano Ben Spies em 2009.

Ainda mais controle
Para 2012, o sistema de controle de tração promete ainda mais domínio sobre o desempenho da R1. Desenvolvido com o know-how da Yamaha no Campeonato Mundial de MotoGP, o TCS traz seis níveis de controle de tração e ainda a opção de desligá-lo – um conceito que leva a Yamaha norte-americana a declarar que há sete níveis na nova R1, mas na verdade são seis mais o modo desligado. O sistema monitora constantemente sensores nas rodas e quando qualquer derrapagem da roda traseira é detectada, o TCS alerta a central eletrônica. Que, por sua vez, ajusta de forma instantânea o ângulo de abertura do acelerador eletrônico, a injeção de combustível e o tempo de ignição, evitando que o piloto perca o controle da motocicleta – o popular “saiu de traseira”. Também por isso, o modelo 2012 traz uma nova central eletrônica, mais moderna.

Em conjunto com os três modos de pilotagem já existentes, que ajustam a entrega de potência, o piloto pode regular a nova Yamaha R1 de acordo com seu estilo, a superfície e as condições climáticas. Por exemplo, caso tenha de enfrentar uma serra sinuosa com piso molhado, pode-se selecionar a entrega de potência mais branda e controle de tração mais intrusivo para evitar acidentes. Mas os benefícios do novo controle de tração aparecem mesmo nas pistas, encorajando os pilotos amadores e profissionais a acelerarem com mais ímpeto e mais cedo nas saídas de curva.
Apesar da bem vinda novidade, os fãs da superesportiva japonesa lamentam a falta de um sistema de freios ABS – como o que equipa suas concorrentes BMW S 1000 RR e Honda CBR 1000 RR, por exemplo.

Mudanças sutis

Os fãs que esperavam grandes alterações no visual vão se decepcionar, pois as mudanças no modelo 2012 da R1 são bem sutis, admite a própria Yamaha. A carenagem dianteira foi levemente redesenhada, dando um ar mais ameaçador à moto. Em comparação à versão atual, a parte inferior aos faróis dianteiros está “aberta” e as linhas estão mais angulosas. Além de dar uma renovada, bem leve, o novo desenho da carenagem promete diminuir o arrasto aerodinâmico.

Outras novidades são, literalmente, em detalhes. As pedaleiras têm novo desenho para facilitar a movimentação dos pés na pilotagem mais esportiva. A mesa de direção em alumínio ganhou linhas semelhantes à Yamaha M1, da MotoGP; e os dois escapamentos hexagonais receberam um novo revestimento. No esquema de cores, uma boa notícia: a Yamaha introduziu no mercado europeu uma bela roupagem cinza fosco e um branco com detalhe em dourado, além da tradicional core azul e a série especial.

50 anos de Motovelocidade

A Yamaha vai lançar a YZF R1 2012 em uma série limitada nas cores comemorativas dos 50 anos da fábrica japonesa no Mundial de Motovelocidade. O lendário branco e vermelho vai vestir, além da esportiva de 1.000cc, os modelos YZF-R6, YZF-R125, FZ8, o scooter Aerox e a pequena TZR50. Para a R1 comemorativa serão produzidas apenas 2.000 unidades.

Apresentada: Honda Goldwing 1800 2012

Nos EUA a Honda divulga imagens da supertouring Goldwing 1800 modelo 2012 que foi apresentada ao publico no mês passado. As alterações estão nas capacidades turísticas da moto e nos equipamentos eletrônicos que equipam esta super moto.
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Suas carenagens laterais foram especialmente modificadas para dar mais espaço nas malas e também para ficarem mais integradas ao design geral da moto.
A Goldwing recebeu nova calibragem em suas suspensões buscando maior conforto para longas viagens. Outras novidades estão nos sistemas eletrônicos, o de som conta agora com compatibilidade com iPod e MP3, e o sistema de navegação agora pode trocar informações entre usuários e possibilita o acesso a internet.
A Goldwing 1800 estará disponível no mercado americano a parti de maio e no mercado europeu a partir de 2012

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Suzuki

Logotipo Suzuki
A Suzuki é uma empresa japonesa, fabricante de automóveis e motocicletas.
A Suzuki surgiu em 1955, com o lançamento do carro Suzulight, mas antes já se dedicava a fabricação de motos. Entre 1937 e 1939 chegou a ter um projeto para construção em massa de pequenos carros, mas que foi abandonado devido ao eclodir da Segunda Guerra Mundial.
O maior desenvolvimento da marca deu-se na década de 70, com o lançamento das diferentes versões dos modelos Fronte e principalmente do pequeno jipe Jimny, que passaram a ser exportadas para todo o mundo.
Em 1981 a Suzuki fez um acordo com a General Motors, dos EUA, para ter capacidade para enfrentar a crescente procura de pequenos carros. Assim, com a ajuda da Isuzu, lançou no mercado norte-americano o Chevrolet Sprint, que no Japão se chamava Suzuki Cultus.
Dois anos mais tarde os modelos da marca japonesa passaram a ser comercializados nos Estados Unidos sob a designação Geo, mas o nome voltou a ser Suzuki em 1985, quando surgiu o Samurai. Trata-se de um todo-o-terreno de preço acessível que revolucionou o mercado dos carros de tracção integral. Esse modelo foi comercializado no Brasil até 1998. A Suzuki passou a ser uma marca de sucesso no mercado norte-americano, depois de toda a reputação que já tinha no Japão na construção de pequenos carros.
A marca alargou a sua gama em 1988 com o Swift GT, a que se seguiu em 1995 uma versão carrinho e posteriormente um utilitário económico, que fez grande sucesso. Os carros da Suzuki apresentam grande grau de confiabilidade.
A Europa foi também conquistada pela Suzuki através de modelos como os jipes Vitara e Jimny, assim como pelos ligeiros de passageiros Ignis, Liana e Wagon. A Portugal a Suzuki chegou no início da década de 80, conquistando uma posição importante no mercado. A Suzuki passou a vender quase dois milhões de automóveis por ano em todo o mundo, empregando cerca de 15 mil trabalhadores.
A Suzuki Produz no Brasil as melhores e mais velozes motocicletas do planeta, as grandes campeãs das pistas de corrida como a famosa GSX-R1000 e a GSX-R750. A lenda sobre duas rodas e considerada a motos mais rápida do planeta a GSX1300R Hayabusa, seu nome refere-se a um falcão japonês que também ultrapassa a barreira dos 300 Km/h.

Honda

Logotipo da Honda Motos De uma pequena fábrica japonesa de motores a um conglomerado global, a Honda Motor Co. comemorou 60 anos em 2008, mantendo-se como uma marca de espírito jovem, desafiador e em constante evolução.
Com foco na combinação responsável e eficiente de tecnologia e respeito ao meio ambiente, por meio de sua diversificada linha de produtos, o Grupo Honda é o maior fabricante de motores a combustão interna em todo o mundo.
A Honda segue a diretriz de produzir onde exista demanda, visando ao desenvolvimento das regiões que hospedam suas unidades. São 507 empresas presentes pelos quatro cantos do planeta, 67 unidades de produção em 13 países e 43 unidades de pesquisas e desenvolvimento em 13 países. Aproximadamente 178 mil colaboradores são responsáveis pela produção de motocicletas, automóveis e produtos de força, seus três pilares fundamentais de atuação.
As operações globais da Honda estão divididas em seis blocos administrativos, responsáveis pelas atividades regionais: Japão; América do Norte e Central; América do Sul; Europa, Oriente Médio e África; Ásia e Oceania; e China.

Honda no Brasil

Inspirada na singularidade da cultura Honda, mundialmente praticada, a Honda brasileira busca ampliar ainda mais os aficionados por seus produtos e contribuir para o desenvolvimento do país.
A história da empresa no Brasil teve início na década de 1970, quando não existia praticamente mercado para motocicletas no país. Com a fundação da Honda Motor do Brasil, em 1971, cresceu a importação de motocicletas e, dois anos depois, a de produtos de força.
O grande passo ocorreu em 1976, com o início da produção nacional. Hoje na Moto Honda da Amazônia Ltda. (HDA), em Manaus (AM), são produzidos motocicletas, quadriciclos (All Terrain Vehicle – ATV) e motores estacionários. A Honda é líder nacional no setor de motocicletas e, em 2008, ultrapassou a marca de 12 milhões de unidades produzidas. Sob o controle da Moto Honda da Amazônia estão outras duas empresas, localizadas na mesma área: a Honda Componentes da Amazônia Ltda. (HCA) e a Honda Tecnologia da Amazônia Indústria e Comércio Ltda. (HTA).
Em 1992, houve mais um avanço, com o início das importações de automóveis para o Brasil. A boa aceitação dos produtos resultou na inauguração, em 1997, da fábrica da Honda Automóveis do Brasil (HAB), na cidade de Sumaré (SP), que em 2008 superou o volume de 570 mil unidades produzidas.
O acesso aos produtos da marca é facilitado pela Honda Serviços Financeiros (HSF), que abrange o Consórcio Nacional Honda, o Banco Honda e a GHB Corretora de Seguros. Com planos especiais para toda a linha de motocicletas e automóveis nacionais da empresa, a Divisão Financeira concretiza há 28 anos o sonho do veículo próprio a um número cada vez maior de pessoas.

Moto Honda da Amazônia

Inaugurada em 1976, a fábrica de motocicletas tornou-se o maior empreendimento do Pólo Industrial de Manaus. Em sua planta que ocupa uma área construída de 193 mil m2, em um terreno de 661 mil m2,, produz também quadriciclos e motores estacionários.
A Moto Honda da Amazônia é mais do que uma montadora. Nela, acontece um complexo processo produtivo, onde são desenvolvidas ferramentas e dispositivos necessários para a fabricação de motocicletas.
Para tanto, a Honda conta com mais duas unidades, localizadas na mesma planta: a Honda Tecnologia da Amazônia Indústria e Comércio, responsável pela fabricação e a manutenção de moldes e ferramentas de produção, e a Honda Componentes da Amazônia, que responde pela fabricação de componentes e subconjuntos (escapamento, rodas, guidões e peças para chassis, entre outros).

Honda Automóveis do Brasil

A produção nacional dos automóveis Honda começou em 1997, na planta localizada no município de Sumaré (SP), que atualmente conta com 532 mil m2 de área construída em um terreno de 1.700.000 m2,.
Há mais de 11 anos de atividades a Honda Automóveis do Brasil se mantém atenta aos avanços de um competitivo segmento e às expectativas de um consumidor exigente. Ao longo do tempo, apostou na introdução de novos processos produtivos, no alto padrão de qualidade em cada um dos automóveis e na qualificação de seus profissionais. Como resultado, evoluiu em todos os sentidos e consolidou-se como uma das principais montadoras nacionais. Além de atenderem ao mercado nacional, os automóveis brasileiros são exportados e circulam nos países da América do Sul.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Honda lança pacote completo de acessórios para a VFR 1200X Crosstourer

Novo conjunto já está disponível por meio das concessionárias Dream
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Sonho de consumo para viagens sobre duas rodas, a VFR 1200X Crosstourer acaba de ganhar um pacote completo de acessórios para facilitar a rotina dos motociclistas na hora de pegar estrada.
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Disponível por meio das concessionárias Honda Dream, o novo conjunto é formado por seis itens fundamentais em viagens mais longas: cavalete central para estacionamento, parabrisa dianteiro estendido, protetor de carenagem, kit de malas laterais, bolsa interna e top box.
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As novas malas laterais e a top box permitem um transporte mais prático das bagagens. Com o cavalete central, é possível estacionar a motocicleta com a roda traseira, o que facilita o manuseio do bagageiro e a realização de manutenção de emergência.
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Completando os atributos de funcionalidade e segurança do novo pacote, o parabrisa estendido protege o motociclista contra os incômodos do vento e poeira e o protetor de carenagem contra os pequenos acidentes que podem danificar o modelo. O conjunto completo tem preço sugerido de R$ 12.032,99 e os itens podem ser vendidos separadamente.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Salão Duas Rodas 2011 – BMW

BMW FAZ DOIS GRANDES LANÇAMENTOS DURANTE O SALÃO DUAS RODAS
A empresa escolheu o evento para fazer seu primeiro lançamento mundial no Brasil, hoje o sexto mercado da marca no mundo.
A BMW abriu a programação de coletivas de imprensa do Salão Duas Rodas com muitas novidades para os jornalistas convidados. O ponto alto foi a apresentação do primeiro lançamento mundial no Brasil. A G 650 GS Sertão será produzida inicialmente na planta da BMW, em Berlim, mas passa a ser fabricada no país em janeiro de 2012. A previsão é que as vendas iniciem em maio do próximo ano, ao preço estimado de R$ 32.800,00. Outro lançamento em primeira mão foi o da BMW R 1200 R Classic, uma releitura do tradicional modelo BMW R 1200 R.
A empresa alemã mostrou também a evolução das vendas no Brasil. Os resultados cresceram sete vezes entre 2007 e 2011, chegando à casa de 5.400 motos este ano. No segmento de mais de 500 cilindradas, a marca registrou crescimento de 300%. Hoje, o país é o 6º maior mercado da BMW e já se aproxima da Grã-Bretanha.
Com um vasto portfólio em seu estande, a BMW apresentou modelos já comercializados no País, como a K 1600, a naked K 1300 R, a R 1200 GS e a super esportiva S 1000 RR. Estão expostos ainda os famosos modelos nacionais G 650 GS, F 800 R e F 800 GS. Além disso, a empresa aproveitou a presença no Salão Duas Rodas para antecipar no estande o novo layout das concessionárias, que terão ambientes mais despojados, com predominância da cor branca.

O evento abre para o público de 4 a 9 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. São esperados 250 mil visitantes, que irão percorrer 130 mil m2 e conhecer os estandes de cerca de 500 marcas, além de dezenas de atrações programadas como games, simuladores, acrobacias com motociclistas em área livre, point de autógrafos de pilotos premiados e muito mais.

Lançamento: Honda PCX 2014 – Um scooter agradável e contemporâneo…

Fui convidado pela Honda para ter o primeiro contato com a Scooter PCX 2014, evento realizado nesta sexta feira 26 de abril, no Centro de Treinamento Honda em Indaiatuba/SP.
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No geral gostei do modelo, fácil de pilotar, grande tecnologia com sistema que desliga o motor após 3 segundos em marcha lenta, e só acelerar que o motor liga imediatamente.
Este sistema funciona através de um gerador que quando o motor é desligado automaticamente, ele se torna motor elétrico, e funciona da seguinte forma: após os 3 segundos em marcha lenta, o sistema desliga o motor, ai o motor elétrico já posiciona o pistão no ponto ideal para a ignição, assim que acelerar, o motor é ligado imediatamente; é tão rápido a partida que nem percebe que estava desligado.
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Este sistema do motor elétrico/gerador, substitui o motor de arranque.
Além do desligamento do motor automaticamente com o propósito de economia de combustível, também o cambio CVT é inteligente, quando se esta em uma velocidade constante, o sistema alonga a relação diminuindo o giro e acarretando maior economia de combustível.
Segundo a Honda, estes dois sistemas conseguem economizar pouco mais de 5% de combustível.
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Sobre os freios, o destaque fica para o freio traseiro, que é combinado. Quando aciona freio traseiro o sistema hidraulicamente aciona 1 pistão do dianteiro e através de cabo aciona o traseiro (tambor), em uma proporção do dianteiro 30% com 70% traseiro.
A expectativa do preço gerava por volta de R$9.000,00, mas para nossa surpresa o valor sugerido é de R$7.990,00, cerca de R$2.000,00 a mais que sua irmã menor a  “Lead”.
Objetivo da Honda deseja atingir o público dos usuários das Cubs, Leads, e também de novos usuários optando pela PCX para se locomover com maior agilidade.
Previsão da produção é de 1.000 unidades mês, fabricada na Zona Franca de Manaus.
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Até final mês de maio chegará nas redes de concessionárias Honda.
Motor de 153cc é capaz de gerar potência máxima de 13,6 cv a 8.500 rpm, e torque máximo de 1,41 kgf.m a 5.250 rpm, assegurando potência equilibrada para uso urbano e excelente torque que lhe confere agilidade e arrancadas vigorosas em qualquer situação de uso.
As rodas de 14 polegadas, com pneus mais largos (90/90 na dianteira e 100/90 na traseira) permitem uma rodagem mais confortável e segura, tornando-a apta a encarar as ruas das cidades brasileiras.
O PCX modelo 2014 estará disponível na rede de concessionárias Honda nas cores vermelha metálica e branca perolizada. Seu preço público sugerido é de R$ 7.990,00 (valor com base no Estado de São Paulo, não inclui despesas com frete e seguro). A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
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Especificações Técnicas
HONDA PCX
CATEGORIA
Family
MOTOR
153cm3, OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a líquido
POTÊNCIA MÁXIMA
13,6 cv a 8.500 rpm
TORQUE MÁXIMO
1,41 kgf.m a 5.250 rpm
DIÂMETRO X CURSO
58,0 x 57,9 mm
ALIMENTAÇÃO
Injeção eletrônica de combustível PGM-FI
RELAÇÃO DE COMPRESSÃO
10,6 : 1
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO
Forçada, por bomba trocoidal
SISTEMA DE IGNIÇÃO
Eletrônica
BATERIA
12V – 6 Ah
FAROL (ALTO/BAIXO)
35/30W
SISTEMA DE PARTIDA
Elétrica
CAPACIDADE DO TANQUE
5,9 litros
ÓLEO DO MOTOR
0,9 litro (0,8 litro para troca)
TRANSMISSÃO
Automática, tipo CVT (V-Matic)
EMBREAGEM
Automática centrífuga (tipo seco)
SUSPENSÃO DIANTEIRA
Garfo telescópico com 100 mm de curso
SUSPENSÃO TRASEIRA
Duplo-amortecido com 85 mm de curso
FREIO DIANTEIRO
Disco de 220 mm de diâmetro com cáliper de pistão duplo
FREIO TRASEIRO
A tambor com 130 mm de diâmetro
PNEU DIANTEIRO
90/90-14
PNEU TRASEIRO
100/90-14
CHASSI
Monobloco (underbone)
ALTURA DO ASSENTO
760 mm
ALTURA MÍNIMA DO SOLO
140 mm
DIMENSÕES (C x L x A)
1.917 mm x 738 mm x 1.094 mm
ENTRE-EIXOS
1315 mm
PESO SECO
124 kg